“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Alunos de 1º e 2º anos- séries iniciais - dificuldades de aprendizagem

1 e 2
Terminando o terceiro bimestre já se sente uma apreensão entre os professores que vão delineando nas suas turmas os alunos que estão vencendo os conteúdos e os que demonstram quase um fracasso, após todas as intervenções possíveis.
Considerando que o processo de aprendizagem se vincula necessariamente a fatores biológicos, psicológicos e culturais, há uma multiplicidade de causas que pode centra-se no aluno, na família, no meio social, na escola, assim como nas características próprias de cada um, sua interação familiar e social, processo ensino/aprendizagem e o próprio sistema.
O Impacto da Pedagogia pretende abordar situações de dificuldades que se encaixam em um fator ou na soma de vários fatores, observados e analisados no cotidiano de alunos com queixa de dificuldades, e a partir dessa análise, sugerir reflexões sobre o saldo de quase um ano de ações pedagógicas que determinaram fracassos e sucessos.
A criança, a família e a aprendizagem
Desde que surgiu a sociedade industrial que a mulher, ao ser incorporada ao mundo do trabalho, fora do lar, passou a ter uma dupla jornada: o trabalho remunerado e cuidar da família. As mulheres pobres sempre trabalharam A dificuldade de cuidar dos filhos levou as mulheres a passar a educação dos filhos para as escolas, creches e cuidadoras.
Sabe-se que toda aprendizagem começa em casa, com a família e de forma espontânea, são aquisições importantes que vão determinar o desenvolvimento de capacidades e habilidades não somente na escola, como em toda sua vida.
É na família que os comportamentos infantis sedimentados pela vida diária, repetidos e exemplificados, vão organizando o mundo interno da criança, sua percepção da vida social, condutas e hábitos que serão formalizados futuramente na escola.
O tempo atual, em permanente transformação social, está modificando os costumes, valores, modos de pensar e modos de aprender. As crianças, com a ausência das mães e o tempo que necessitam delas, para assimilarem os conhecimentos elementares, como: deixar de usar fraldas, tomar banho sozinho, pentear os cabelos, se alimentarem... resumindo, adquirir autonomia, estão com o desenvolvimento falho. (veja “Desenvolvimento Infantil – A importância dos primeiros anos de vida- clicando aqui

Estudiosos como Luria e Vigotskii (Luria, 1990; Vigotskii, 1988) já apontavam a importância dos fatores ambientais para o desenvolvimento social e mental da criança. Os pais, durante o seu convívio diário com a criança, direcionam o comportamento dos filhos com vista a que estes sigam certos princípios morais e adquiram comportamentos que irão garantir independência, autonomia e responsabilidade.
Em meio á tantas mudanças sociais, o MEC estabelece o Ensino Fundamental de 9 anos com fins de assegurar a todas as crianças um tempo mais longo no convívio escolar, mais oportunidades de aprender e um ensino de qualidade. A intenção é fazer com que aos seis anos de idade a criança esteja no primeiro ano do ensino fundamental e termine esta etapa de escolarização aos 14 anos.
E o que se pode sentir é que muitas crianças, estão entrando na escola mais cedo, sem passar por todo esse processo natural de desenvolvimento: sem a maturidade e autonomia que dão o suporte para a aprendizagem.

Um exemplo da aquisição de autonomia, na idade escolar, é, por exemplo, a professora querer que  criança diga a sua preferência ou deixá-la escolher a realização de uma atividade (Nucci et al. 1996); e em casa, é quando os pais solicitam à criança a colaboração na realização de atividades quotidianas como “pôr a mesa”, “fazer a cama”, “arrumar os brinquedos” (Pereira, 1998).
Há um grande número de crianças que não estão acompanhando a turma na aprendizagem, principalmente nos 1º e 2º anos das séries iniciais, não adquiriram autonomia e maturidade. Não passaram pela fase da construção dos conhecimentos do cotidiano. Estão na escola quando queriam estar em casa brincando. Muitos não amarram o cadarço do tênis, fazem ainda uso de chupeta, mamadeira, fralda descartável, á noite, antes de dormir. Recebem comida na boca, não penteiam os cabelos sozinhos, não escovam os dentes... e por aí vai. Com 6, 7 anos ainda estão sendo tratados como bebês. Falta de tempo para ensinar? Comodismo das mães e cuidadoras? Ensinar as atividades da vida diária demanda tempo e paciência.
As habilidades simples e concretas da vida diária são básicas para o desenvolvimento de outros estágios mais avançados. Os processos de aprendizagem mais complicados são construídos a partir dos mais simples, suporte para os mais complexos e abstratos.

O professor, preocupado com esses alunos, os encaminham ás Equipes de Apoio á Aprendizagem, pois surge a suspeita do aluno com necessidade educacional especial; e quando as crianças vão para o atendimento especializado, as mães são entrevistadas e a investigação aprofundada, chega-se a conclusão de que vários fatores juntos causam a dificuldade de aprendizagem.
Estes alunos quando chegarem ao 3º ano, se permanecerem neste quadro, serão encaminhados ao diagnóstico psicopedagógico, e quantos serão diagnosticados como ANEEs, sem serem portadores de transtornos da aprendizagem?

O que fazer? Um trabalho com a família. Aqui entra o papel fundamental da Orientadora Educacional da Escola. Pois a escola não pode suprir a ausência da mãe neste estágio de desenvolvimento.
Esse conjunto de fatores, analisados pelo prisma do aspecto social, falha no desenvolvimento da criança pela falta de estímulos externos, detectada em crianças de 1º e 2º anos com dificuldades de aprendizagem não se restringe á casos isoladas, mas é preciso observação e investigação aprofundada, pois as causas são muito semelhantes em casos de dificuldade aprendizagem transitórias e um transtorno, como por exemplo, a não aquisição, ou um desenvolvimento precário das Funções Executivas, também responsáveis pelo desenvolvimento da autonomia, que apresenta resultados idênticos, e que tem característica mais de disfunção neurológica.

Sala dos Professores

Referências

Achenbach, T. M., & McConaughy, S. H. (1987). Child/Adolescent Behavioral and Emotional
Problems: Implications of Cross-Informant Correlations for Situational Specificity. Psychological
Bulletin, 101(2),213-232
• Alvarenga, P., & Piccinini, C. (2001). Praticas Educativas Maternas e Problemas de
Comportamento em Pré-Escolares. Psicologia: Reflexão e Crítica, 14(3), 449-460 

Sites
 Ensino Fundamental de 9 anos - Ministério da Educação
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12377&Itemid=627

“Desenvolvimento Infantil – A importância dos primeiros anos de vida

A Familia e o Desenvolvimento da Autonomia dos Filhos

Na próxima postagem será abordada a questão das Funções Executivas, que também determinam dificuldades de aprendizagem.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Intervenção Pedagógica–Equipe de Apoio Pedagógico – SEAA- Avaliação dos Professores


Professores avaliam os resultados da intervenção pedagógica da Equipe de apoio Pedagógico - Oficinas de Autoestima

Foi publicado o Projeto Interventivo da Pedagoga da Equipe de Apoio á Aprendizagem (SEAA) – Escola Classe 02 do Arapoanga – Planaltina – DF – Oficinas de Autoestima “Resgatando a Autoestima – A Criança e a Aprendizagem”, os resultados em três patamares: satisfatórios (com terminalidade) – Permanência no Atendimento e Investigação Psicopedagógica (veja a postagem anterior).
Analisando os resultados, que se apresentam sob todos os aspectos como “resultados de sucesso”, pois se a dificuldade do aluno não estiver na baixa autoestima, o projeto interventivo vai levar á Equipe á investigação da história de vida do aluno com fins de diagnóstico psicopedagógico, torna-se parte do processo  as avaliações dos professores dos alunos atendidos nas Oficinas( e dos próprios alunos).

professora KATIA_thumb[2]

 O aluno “H”, 9 anos cursando o 3º ano, da Prof.ª Kátia, encaminhado, pela professora, ao SEAA, por apresentar baixo rendimento, falta de concentração, dificuldades de aprendizagem, retraimento e introspeção.
“H” participou do projeto quando este já´havia começado. A professora, paralelamente, á intervenção da Equipe, realizou com o aluno uma intervenção individualizada de alfabetização, houve a presença da família acompanhando o processo, e o resultado: o aluno está comunicativo, participando das aulas, e “iniciando seu processo de alfabetização”, descartando qualquer outro obstáculo á sua aprendizagem. É um aluno com defasagem, que está se recuperando e vai permanecer nas Oficinas de Autoestima.


  
A professora Sandra do 4 º Ano C, encaminhou 3 (três) alunos:
Professora Sandra Brunetto - 4º Ano_thumb[2]-uma aluna, sem dificuldades cognitivas, constrói e reconstrói, interpreta, realiza abstração, bom desenvolvimento do raciocínio lógico, de acordo com os conteúdos da série cursada, foi reprovada no ano anterior, pelas dificuldades da escrita/leitura, com suspeita de dislexia, aguardando laudo médico, após as Oficinas de Autoestima obteve um desempenho considerável, pois a aluna ainda apresenta as dificuldades características do disléxico, com as dificuldades na escrita e leitura, agora menos acentuadas. Está sendo avaliada pelas orientações pedagógicas específicas para pessoas disléxicas.

-Um aluno com diagnóstico de TDA, fazendo uso de medicação, apresentando baixo desempenho em sala de aula, retraimento, falta de interação social e um “mutismo deliberado”. O aluno foi avaliado pedagogicamente. com fins de investigação, no início, através de perguntas e respostas escritas, pois se recusava a usar a comunicação oral. Antes do término da avaliação, foi integrado ao projeto de Autoestima, e o primeiro resultado apresentou quando o término  da avaliação pedagógica pode ser concluída verbalmente. Hoje o aluno está comunicando, ainda um pouco retraído, mas com interação social, participou de apresentação nos eventos da “Semana Celebrando as Diferenças”, e nas avaliações em sala de aula, tem apresentado um dos melhores resultados da classe. O aluno recebeu terminalidade no atendimento da Equipe.

- uma aluna que ainda permanece nas Oficinas de Autoestima, apesar de ter participado assiduamente de todos os encontros.,por ter apenas iniciado o processo de desenvolvimento, pois provem de uma família de poucas condições sócio-econômica, onde há falta de estimulação e motivação,  e hábitos de higiene.

professora RINA_thumb[6]

 “JA”, tem 12(doze) anos, cursando o 4º Ano, foi encaminhado pela Profª Rina, por apresentar baixo rendimento, com dificuldades com a leitura, história de repetência e defasagem idade/série. De acordo com o relato da professora o aluno se sente “deslocado” na sala de aula pela idade . Demonstra interesse em aprender (melhorar o desenvolvimento, principalmente na leitura), ao mesmo tempo demonstra resistência em demonstrar suas limitações,  dificultando as intervenções da professora. Nas Oficinas Pedagógicas não foi diferente. O aluno encontra-se “estigmatizado”, evita, “esconde” as suas dificuldades e mostra-se resistente nas participações das Oficinas. O aluno não apresentou avanços, mas ele quer continuar a participar do atendimento. Se o quadro de dificuldades não apresentar nenhum resultado, será encaminhado ao psicólogo para ser beneficiado pelo acompanhamento psicoterápico, uma vez que não apresenta suspeita de aluno portador de necessidade educacional especial.



Prof. Karine_thumb[3]“D, por apresentar baixo rendimento, dificuldade nas participações orais, timidez excessiva, pouca autonomia, lentidão,
falta de interesse em assimilar conteúdos, dispersão, dificuldades na leitura e escrita, troca de fonemas, foi encaminhado ás Oficinas de Autoestima pela Prof.ª Karine, 4ª Série. No início dos encontros o aluno mostrou-se retraído, sentava-se de costas ou de lado, não mantinha contato visual, apertando os dedos das mãos, sem emitir uma palavra, demonstrando ansiedade, nervosismo…
Foi frequente á todos os encontros, e  aos poucos no decorrer do tempo, começando a falar, embora por monossílabos;  se descontraindo... e no final já apresentava maior comunicação oral nas Oficinas e na sala de aula. A professora realizou um trabalho interventivo, em horário contrário, embora não obtivesse acompanhamento da família, o aluno está saindo do quadro de dificuldades que apresentava no início, com resultados evidenciados também na aprendizagem.


Apesar das dificuldades do aluno e da ausência do acompanhamento familiar, o aluno está em desenvolvimento, e vai permanecer nas Oficinas de Autoestima, para que tenha um suporte maior para superar seus limites

Conclusão: considerando que mesmo o encaminhamento do aluno á avaliação psicológica, ou ao acompanhamento através de uma terapia, ou á outros atendimentos médicos, esse projeto interventivo, pelos seus resultados, é uma intervenção de sucesso do Apoio Pedagógico – Serviço Especializado Equipes de Apoio Pedagógico(SEAA) – pois vai redirecionar o atendimento ao aluno de acordo com suas necessidades reais, sem o risco de estar levando-o ao diagnóstico psicopedagógico antes que passe por intervenções. E é preciso observar que em todos os casos, a intervenção individualizada do professor foi fundamental. Se se pode contar com a família intervindo de forma positiva, melhor ainda, mas a família pode ser a causa da baixa autoestima, e por experiência, em muitos casos, em vez de ajudar, atrapalha. Nas Oficinas de Autoestima, sempre é trabalhado a autonomia, a independência emocional… a importância de ser criança independente dos adultos. Em relação aos adultos com quem convivem, respeito, perdão e ser criança e ser feliz, acima de tudo!
Veja mais avaliações na próxima postagem, e o que dizem essas crianças (autoavaliação) que participaram deste 2º Grupo de Oficinas de Autoestima, numa escola pública da periferia de uma cidade satélite de Brasília – DF – Escola Classe 02 do Arapoanga.
por:
Júlia Virginia de Moura – moura.juliavirginia@gmail.com
Pedagoga do SEAA –Escola Classe 02 do Arapoanga
Núcleo de Monitoramento Pedagógico- Diretoria Regional de Ensino de Planaltina – DF
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Oficinas de Autoestima–minimizando a dificuldade de aprendizagem

Analisando os resultados das Oficinas de Autoestima - 2º Grupo de Vivências- Junho/Agosto/2011

image


Total de Alunos Encaminhados30 alunos

 
clip_image001[4]   Alunos em Atendimento nas OA = 18
clip_image002[4]   Alunos Inassíduos12 alunos (*não compareceram)
clip_image003[4]   Alunos sob investigação psicopedagógica –(encaminhamentos ao psicólogo)= 2
clip_image004[4]   Encaminhados ao serviço médico ( sem déficit cognitivo) – 5
clip_image005[4]   Alunos que permanecem nas Oficinas de Autoestima7
estão em processo, com resultados parcialmente satisfatórios)
clip_image006[4]   Alunos com resultados satisfatórios /terminalidade- 4


Total de alunos em processo de resgate da dificuldade da aprendizagem pelas oficinas/autoestima -11 ( em um  universo de 18 alunos )

O demonstrativo do gráfico, em síntese, evidencia: quase metade dos alunos: sem o atendimento, por diversos fatores, dentre eles, o fato de morarem muito distante, com dificuldades de acesso á escola em horário contrário.
1/3 dos alunos foram encaminhados á outros atendimentos médicos necessários, destes apenas 2 alunos encaminhados á avaliação psicológica.
E a outra metade dos alunos saindo da queixa do professor (dificuldades de aprendizagem), que estarão sempre aquém em conteúdos da série cursada, mas demonstraram que podem aprender, com a autoestima mais elevada, e não se enquadram como alunos com necessidades educacionais especiais.
Dessa forma o propósito das Oficinas de Autoestima alcança seus objetivos como projeto interventivo,á alunos em situação de dificuldades de aprendizagem. Uma ferramenta que impede um diagnóstico psicopedagógico prematuro e errôneo.

por
Júlia Virginia de Moura - Pedagoga da Equipe de Apoio á Aprendizagem- SEAA

moura.juliavirginia@gmail.com

SEAA

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

SEAA- Culminância e Avaliação de Oficinas de Autoestima

SEAA- Culminância e Avaliação de Oficina de Autoestima
A importância das relações interpessoais, da integração dos grupos, descoberta do seu próprio fazer, autovalorização, da autoestima, e o quanto tudo isso influencia na capacidade do ser humano de aprender, principalmente no período escolar é o principal objetivo desta Intervenção do Apoio Pedagógico – Oficinas de Autoestima – Grupos de Vivência – aos alunos encaminhados com queixa de dificuldades de aprendizagem.
Estes grupos de alunos são, na maioria das vezes, provenientes de famílias desestruturadas em que os conflitos emocionais, sentimentos depressivos, gerados por vários fatores como: separação dos pais e novo casamento, negligência, abuso sexual, criança enlutada por morte comum ou violenta de alguém querido, abandono, situações que tem o caráter de perda. Assim como a defasagem, a estigmatização, repetências... .
Tais comportamentos inevitavelmente levarão o aluno á baixa autoestima, interferindo no seu desempenho escolar

A equipe interdisciplinar (SEAA) da Escola Classe 02 do Arapoanga – escola pública de Planaltina - Distrito Federal, realiza intervenções pedagógicas, através de vários projetos, entre eles “Resgatando a Autoestima – A criança e a aprendizagem”.
Essa ação interventiva tem a duração de um bimestre com dois encontros semanais, em que as ações da Equipe, Intervenção do professor e acompanhamento da Família, formam o tripé de um processo de resgate da situação de dificuldade do aluno, e ao mesmo tempo, um instrumento investigativo de uma hipótese do psicodiagnóstico.
Ao fim do tempo previsto para se obter ou não desempenhos melhores, em sala de aula, na sua última etapa, (a pedagoga, coordenadora do projeto), realiza um encontro “especial” entre os participantes, em que acontece:
  • Autoavaliação dos alunos participantes.
  • Avaliação do professor
  • Terminalidade ou não, caso o aluno necessite de continuidade/ ou permanece no atendimento para avaliação pedagógica.
E um encerramento festivo para todos os participantes. Um lanche, música, dança, e interatividade através de jogos e brincadeiras; premiação aos mais assíduos, aos que demonstraram melhores resultados e participatividade. Todos são comtemplados.
Nesta semana houve a culminância de mais um grupo de crianças atendidas durante este ano letivo. Veja Imagens e trechos das avaliações. Houve sucessos, necessidade de continuidade como desempenhos insatisfatórios.
 
007     010      047      056
 
 
-O aluno, em um momento apropriado será "escutado” (sobre seu desempenho na sala de aula, o motivo pelo qual vai participar das Oficinas, e no final fará uma autoavaliação.
- Deverá participar de atividades de Relaxamento, Automassagem e Sensibilização.
-Ler e interpretar textos (textos reflexivos, músicas, poesias, contos, histórias...), alunos de 3º Ano, 3ª e 4ª Série/ 4º e 5º Ano.
- Interpretar gravuras músicas, poesias e contos oralmente (alunos de 1ºe 2ºAnos e 2ª Série.
* De acordo com a capacidade de cada um dos participantes que se constituirão, muitas vezes de séries/anos diferentes.
-Participar de dinâmicas de grupos
-Participar de atividades psicomotoras de recreação...
-Valorizar a afetividade e as regras de convivências;
       
013    015    029     038


Escola Classe 02 do Arapoanga - Oficinas Pedgógica _”Resgatando a Autoestima” –


pela pedagoga – Júlia Virginia de Moura –moura.juliavirginia@gmail.com


NOTA: SEAA - Serviço Especializado de Apoio á Aprendizagem -
Núcleo de Monitoramento Pedagógico - Diretoria Regional de Ensino de Planaltina- Distrito Federal
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal


Veja na próxima postagem autoavaliação (alunos), autoavaliação (pedagoga), avaliação (professores) : atores envolvidos no processo Interventivo Oficinas de Autoestima

Sugestões de atividades pedagógicas - Vídeo em sala de aula


Sugestões de atividades pedagógicas -   Vídeo em sala de aula
1- Vídeo motivação – se o professor trabalhar um projeto de pesquisa ( ciências, geografia, biologia, história...) use um vídeo sobre o tema – isso vai despertar ideias e estimular a criatividade e haverá uma diversidade de aspectos pesquisados- que o próprio vídeo provocará. Um vídeo traz para a sala de aula, realidades distantes dos alunos: um período histórico, uma região de clima desconhecido, a evolução das espécies... tudo o que concretamente torna-se abstrato, e inimaginável torna-se mais real através de um vídeo ( mesmo que o tema seja aventura ou drama).
2- Outra sugestão que será um sucesso em sala de aula é produzir os próprios vídeos: durante a execução de um experimento no laboratório de ciências, uma aula de artes, eventos da escola ou da turma, gravar uma pesquisa de campo, entrevista, depoimentos... Qualquer tema registrado e depois usado na sala de aula, para análise, avaliação do trabalho, descobrir erros e acertos... abre um leque de possibilidades que a criatividade do professor vai desenvolver. E os alunos vão adorar, pois ser o ator e ver a sua atuação vai atuar na automotivação e a autoestima que é tão importante na aprendizagem vão ter o seu espaço.
3- Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários em que muitas crianças possam assisti-los.
4- E uma ação leva á outra: se a escola é conectada, criar um blog da turma (este é um tema que terá uma postagem exclusiva), mas agora não poderia deixar de citado, para que todo trabalho realizado pelas TICs- fotografias, vídeos... Não fiquem no esquecimento ou sem continuidade. Vídeo ligado á outras mídias como o computador, o CD-ROM, com os videogames, com a Internet.
O QUE NÃO PODE FALTAR QUANDO UsAR VÍDEO
Sempre passar informações básicas:
Tema – autor, duração do vídeo, e não antecipar o os alunos irão assistir e nem expor sua opinião (isso implica que o professor tenha assistido antes de passar aos seus alunos);
E no final abrir o tema para discussão, deixando que os alunos se expressem primeiro, não impor suas ideias, ou o objetivo, mas conduzir a discussão com seus argumentos e ideias sem se esquecer à visão moral: a realidade e o que seria o ideal (modelo).
FINALIZANDO – A ANÁLISE DO VÍDEO (semelhante à ficha literária)
- Que história é contada (reconstrução da história) e de que forma foi contada? (anotar no quadro)
- Que ideias foram passadas (o que diz claramente esta história)
. Quais os personagens mais importantes?
. Como viviam as pessoas?
- Quando e onde se passa a trama?
. Anotar cenas e ações (não explicadas e provocar ideias, para despertar o senso crítico)
. Valores: como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo...
. É um fato real? Há semelhança com a realidade atual (extrapolação) A partir de onde cada um de nós julga a história.
Experimente e faça do vídeo em sua sala de aula muito mais do que foi sugerido. Lembrando que há videotecas com vídeos para todos os assuntos e temas, mas lembre-se de não deixar que essa prática perca sua atratividade, ludicidade e magia.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Sugestões de 50 Sites – educativos e divertidos - Sala de Informática

 
A Aprendizagem pode ser divertida!!

A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de seis especialistas em Educação:
  • Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS
  • Humberto Estevam, diretor de ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM)
  • João Luís de Almeida Machado, doutor em Educação pela PUC-SP e coordenador pedagógico da Escola Moppe, em São José dos Campos (SP)
  • Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania
  • Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP
  • Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelos educadores. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!

 clique nos itens abaixo:

 Atividades Educativas reúne diversas atividades educativas para crianças e adolescentes. Aproxima-se de uma enciclopédia interativa, abordando assuntos para diferentes idades, inclusive temas relacionados à educação especial.

 Brinque Book abre espaço para os livros educativos. O internauta pode conhecer também um pouco mais da história dos escritores e ilustradores dos livros infantis em um dos canais do site. Para quem: Mais voltado a professores, o site tem jogos que podem ser aproveitados por crianças a partir dos 5 anos.

 O portal Pró-Menino é uma iniciativa da Fundação Telefônica que busca contribuir para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes por meio da sensibilização da população. Dentro do portal, há a Cidade dos Direitos, uma cidade virtual projetada a partir das diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para quem: Para crianças entre 6 e 7 anos

Club Penguin
 No site da Disney , a criança assume a forma de um pinguim avatar colorido e participa de uma série de atividades. Não há anúncios publicitários de terceiros e não é preciso pagar nada para jogar, embora o acesso a algumas atividades requeira uma assinatura. O site oferece segurança para os pais, pois as crianças só podem começar a brincar depois de ter o cadastro autorizado por um adulto. Para quem: Crianças de 7 a 10 anos.

 Clube do Chamequinho 
 site infantil da International Paper, que produz o papel Chamequinho. No portal, os pequenos podem acessar jogos e brincadeiras interativas que estimulam o aprendizado e a criatividade. Já os professores podem usar o website e buscar ferramentas didáticas complementares às atividades dadas em sala de aula.

 
Clubinho Sabesp oferece atividades lúdicas com o objetivo de sensibilizar o público infantil para o uso consciente da água. Para quem: Indicado para crianças de 6 a 13 anos. Não perca: Na seção "Ligadinho", além de notícias, é possível visualizar várias edições da revista virtual do Clubinho Sabesp com entrevistas, dicas e notícias relacionadas ao meio ambiente. 
O que é: O site da série Cocoricó, da TV Cultura, é simples, colorido e educativo. Ofer
ece jogos, pinturas para colorir, quebra-cabeças, entre outras atividades. A linguagem é simples e clara. Para quem: As crianças entre os 5 e os 8 anos são as que mais aproveitarão o conteúdo do site. Não perca: O Jogo das Sete Diferenças, que tem três níveis de dificuldade, adaptado para diferentes faixas etárias. Palavra da especialista: "Recomendo muito esse site. 
l Discovery Kids tem vídeos jogos, atividades e concursos que envolvem os personagens dos desenhos animados do canal. Há também uma seção para pais, com enquete, artigos e propostas de atividades para desenvolver a motricidade das crianças.

 Em inglês, o site Earth Cam for Kids reúne imagens de câmeras espalhadas pelo mundo. Há desde câmeras em aquários e zoológicos até em escolas e universidades. Para quem: Ideal para crianças e adolescentes a partir dos 10 anos que já estudam inglês. Não perca: As câmeras dos zoológicos, que mostram animais das mais diferentes espécies ao vivo. 
EcoKids traz dicas de como preservar o meio ambiente e também exemplos de atitudes prejudiciais ao ecossistema. Os pequenos também encontram na página jogos que envolvem boas maneiras ambientais e até um espaço onde podem conhecer os elementos urbanos que compõem uma cidade. Para quem: Direcionado à faixa etária da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Não perca: As brincadeiras simples que conscientizam desde a infância sobre a importância de preservar a natureza, como o Jogo da Memória, as Receitinhas e os Torpedinhos. Palavra da especialista: "Combinando informação relevante com atividades lúdicas, o site incentiva um trabalho colaborativo entre família e escola voltado à educação ambiental", afirma Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

 Eletrobrás Furnas apresenta bons conteúdos para pesquisa escolares, sobre cuidados com a energia e reaproveitamento do lixo, por exemplo. No menu Energia Eficiente, é possível acessar jogos e animações que ajudam no ensino do uso consciente da energia elétrica. Para quem: Os jogos e animações são interessantes para as crianças da faixa etária de 8 anos. Já o "Caderno da energia" e o boletim "Energia e simuladores" são um pouco mais complexos, sendo mais acessíveis a crianças a partir de 10 anos.

 Escola Games são desenvolvidos com acompanhamento pedagógico. O site, no entanto, ainda está em fase de testes. 

 Guardiões da Biosfera é um projeto educacional desenvolvido pela empresa International Paper, responsável pelo papel sulfite Chamequinho. Tem como objetivo estimular as crianças a produzir desenhos sobre as paisagens naturais brasileiras. Para quem: Indicado para crianças entre 6 e 12 anos. Não perca: Os vídeos são o recurso mais interessante do site, pois têm conteúdo lúdico e informativo sobre os biomas brasileiros. Há também o concurso e o blog, que proporcionam interação e participação para os internautas, permitindo que eles enviem seus desenhos, comentários ou mesmo que apresentem dúvidas.

Guia GUIA DO ESTUDANTE tem dicas de cursos, faculdades e até empregos. A página, como o próprio nome diz, se propõe a ser um guia com possibilidades e alternativas de estudo, estágio e trabalho para adolescentes e jovens. Para quem: Voltado para alunos do ensino médio e para aqueles que já ingressaram na faculdade. Não perca: O Guia do Estudante das Galáxias é um jogo que prepara os estudantes para o Enem de forma lúdica e divertida. Palavra da especialista: "O Guia do Estudante é indicado não apenas para jovens. O site constitui indiscutivelmente uma referência séria e fidedigna, em termos da área abrangida, devendo ser indicado/acessado também pela família e pela escola", analisa Para Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

 
Guia dos Curiosos , de autoria do jornalista Marcelo Duarte, traz curiosidades sobre todas as áreas do conhecimento. Para quem: Mais interessante para pré-adolescentes e adolescentes.
 O Instituto da Água é um órgão português, que tem como objetivo promover uma gestão sustentável da água. Dentro do site, há uma página voltada para crianças e jovens, com dicas e brincadeiras. Para quem: Se acompanhadas pelos pais, crianças menores de 6 anos podem navegar no site. Caso contrário, sugere-se para pequenos leitores entre 6 e 8 anos. 

 Jogos Educativos reúne uma série de joguinhos que proporcionam uma interação saudável da criança com o computador. Para quem: Ideal para crianças na faixa dos 5 anos. Não perca: O Jogo do Alfabeto, em que, a partir da forma das letras, as crianças devem montar um quebra-cabeça.

Jogos para Crianças apresenta jogos que podem estimular as crianças quanto a raciocínio, concentração e artes. O seu foco maior é a diversão, mas pode proporcionar ganhos educacionais indiretos. Para quem: Os jogos são indicados para crianças que estejam entre os 5 e os 8 anos de idade. Abaixo dessa faixa etária, fica um pouco mais difícil o manuseio e a diversão. Para os mais velhos, há a perda de interesse e a busca por algo mais elaborado, rápido e desafiador.

 Livro Clip traz informações sobre livros, incluindo animações sobre as obras, trechos, biografia do autor e uma seção que transforma o livro em material pedagógico para uso dos professores em salas de aula do ensino fundamental, médio e superior. Para quem: Adolescentes de 14 a 18 anos são os que mais aproveitarão o conteúdo do site. Não perca: As animações sobre as obras, que podem ser postadas em outros sites e blogs. 

Ludotech, um site português, é possível treinar os conhecimentos de Língua Portuguesa de uma forma descontraída e divertida. Os jogos são organizados por assunto e tipo e há ainda alguns passatempos que não estão diretamente relacionados com o português. Para quem: Se acompanhadas pelos pais, crianças menores de 6 anos podem acessar o site. Caso contrário, sugere-se para pequenos leitores entre 6 e 8 anos. 

  O Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica é o 1º editor online de histórias em quadrinhos do Brasil. No site, fãs de todas as idades podem criar suas próprias histórias, usando personagens, cenários, objetos e balões do universo da Turma da Mônica. As histórias são avaliadas pelos visitantes da página, e as melhores poderão até ser publicadas nas revistas da Turma da Mônica. Para quem: É indicado para crianças de 4 a 12 anos. Não perca: A possibilidade de fazer os próprios quadrinhos. Palavra da especialista: "O site desenvolve a criatividade das crianças. Ele estimula a produção de textos e publica as histórias produzidas pelas crianças, depois de aprovadas pela equipe do site. Caso a publicação não seja imediata, as crianças interagem com a equipe e melhoram suas histórias, sendo uma atividade de aprendizagem", diz Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.

Meleca O Meleca é interessante para pesquisas escolares, sem a necessidade da ajuda de um adulto, pois as informações têm uma linguagem bastante acessível às crianças. Para quem: Para crianças a partir de 7 anos. 

O que é: O Migux é uma plataforma virtual de socialização infantil que tem como objetivo permitir que as crianças utilizem funcionalidades e ferramentas interativas que elas adoram. Para quem: Crianças e pré-adolescentes entre 6 e 12 anos. Não perca: O trabalho artístico tem grande destaque no ambiente, que oferece uma ferramenta de desenho para que os pequenos possam não só "fazer suas artes" como também expor e até presentear os amigos. 
 Mosaico.Edu tem alguns jogos relacionados às disciplinas e outros que visam desenvolver a coordenação motora por meio de jogos sem contexto disciplinar. Para quem: Recomendado para crianças entre 6 e 8 anos. Não perca: As atividades de pintura virtual, ideais para crianças mais novinhas.
 O Mundo do Sítio é um site educativo e de entretenimento baseados nos personagens e na obra de Monteiro Lobato. O grande diferencial é que os pais podem monitorar as atividades dos filhos diariamente. Para quem: O conteúdo é amplo o suficiente para entreter e divertir crianças de diferentes idades, dos 4 aos 12 anos. Não perca: A possibilidade de ler/ouvir trechos da obra clássica e imortal de Monteiro Lobato. 

 revista NOVA ESCOLA é voltado para professores, mas tem também conteúdo que pode ser aproveitado por crianças e adolescentes, como as dicas de estudos e os jogos de matemática. Para quem: O site pode ser aproveitado principalmente por crianças na faixa de 7 a 10 anos. Não perca: A seção "Na Dúvida" é cheia de perguntas e respostas, que podem satisfazer a curiosidade, principalmente de pré-adolescentes e adolescentes.
 O Pequeno Cientista é um site que traz diversas atividades sobre o tema Universo. De dentro de uma nave espacial, as crianças descobrem detalhes sobre os oito planetas do sistema solar, estrelas e galáxias. Muito interativo, é possível até mesmo aterrissar a nave, atirar em asteróides e muito mais. Para quem: Indicado para crianças de 7 a 12 anos.
 Orisinal reúne, em inglês, uma série de joguinhos e passatempos, ideais para momentos livres e de lazer das crianças. Para quem: Indicado para crianças a partir de 6 anos, pois os jogos exigem controle do mouse. 

 Os Abelhudos é um site totalmente criado e voltado para crianças. Segundo os próprios criadores da página, ela busca, através da fantasia, estimular a imaginação, resgatando valores de cidadania, respeito, amizade, amor, igualdade, justiça, culturais e cuidados com o meio ambiente. Para quem: Para crianças a partir de 6 anos.
Pequeno Artista é um espaço aberto para crianças e pré-adolescentes enviarem pinturas, poesias e até piadas de própria autoria e participarem de concursos. No site, também há jogos educativos, dicas de livros e de filmes infantis. Para quem: O site é recomendado para crianças e adolescentes na faixa dos 8 aos 12 anos. Não perca: Crianças e adultos podem enviar as suas contribuições para o site.

 Pintores Famosos conta com a biografia de 37 pintores mundialmente famosos, abordando não apenas os fatos marcantes da vida de cada um, mas principalmente como se desenvolveram suas obras, relacionando-as com outros artistas do mesmo período. Ao lado do texto, há fotos de obras que ilustram o trabalho do artista. Para quem: Pode ser utilizado por crianças a partir de 8 anos, pois a linguagem é bastante simples. Não perca: As biografias de grandes pintores brasileiros, como Di Cavalcanti, Giovanni Oppido, Portinari e Tarsila do Amaral..

 Plenarinho é um canal de interação entre a Câmara dos Deputados e o universo infantil. Além do tema Cidadania, o site disponibiliza conteúdo sobre História do Brasil, Ecologia, Saúde e atividades educativas relacionados a esses temas. Para quem: Indicado para crianças de 7 a 12 anos, pais e professores. Não perca: A seção "Diversão", com vários jogos como: corrida matemática, monte o mapa, sabe tudo e outros. Palavra da especialista: "A linguagem acessível e lúdica facilita a identificação com o público infantil", afirma Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.

 PIB Mirim integra o tema Povos Indígenas no Brasil (PIB) do Instituto Socioambiental (ISA), organização não-governamental brasileira com sedes em diferentes cidades do país. O site tem como objetivo divulgar informações qualificadas sobre os diferentes povos indígenas que vivem no Brasil. Pretende atingir crianças, usando uma linguagem divertida e educativa. Para quem: Crianças e pré-adolescentes de 7 a 12 anos. 

. Q Divertido é levar às crianças informação de qualidade e divertimento. A página tem desde artigos e contos até receitas simples que podem ser executadas pelos pequenos. Para quem: Recomendado para crianças de 3 a 9 anos.

 RECREIO oferece às crianças cinco canais com diferentes atividades interativas. Entre jogos e atividades artísticas - que o pequeno internauta pode fazer sozinho para se divertir -, ele também pode testar e aprimorar os conhecimentos sobre ciência, história e artes no item "Fique por Dentro". Para quem: Indicado para uma faixa etária ampla, ele pode atrai
r, em especial, as crianças das séries iniciais do Ensino Fundamental. Não perca: Na seção Atividades, a criança encontra sugestões de diversas brincadeiras temáticas que podem ser feitas longe do computador. Há atividades como mágicas e arte com sucata. 

Ruth Rocha , especializada em orientação educacional e literatura infantil, contém algumas atividades interativas sobre leitura. Também estão disponíveis no site as capas das obras da escritora e algumas fotos que permitem ao internauta conhecer um pouco mais sobre a vida de Ruth Rocha. 

 Saúde Animal é um site com dicas na área de saúde, manejo e criação de animais domésticos e selvagens. Para quem: Para toda e qualquer criança que goste de animais. Não perca: O Zoo virtual, com informações sobre as mais diversas espécies. Palavra da especialista: "O site contribui para que as crianças e jovens tenham informações qualificadas sobre o reino animal e, inclusive, aprendam a respeitar a natureza e conviver com os animais em seu habitat", Luciana Allan, do Instituto Crescer para a Cidadania, o site

 Senninha, em homenagem a Ayrton Senna, traz jogos, passatempos e até um cineminha, com vídeos curtos e até orientações sobre como f
azer uma animação. Para quem: É ideal para crianças de até 10 anos. 


Sítio do Pica-Pau Amarelo. Para quem: Tem atividades voltadas para crianças de todas as idades (e, até, para adolescentes e adultos, em caso de busca de material sobre a produção literária de Monteiro Lobato). Não perca: As atividades protagonizadas pelos clássicos personagens de Lobato. 

Smart Kids mantém um portal de conteúdo e uma agência criativa para a produção de conteúdo e projetos de comunicação infantil. O site tem brincadeiras, passatempos e atividades, além de um espaço específico para os professores. Para quem: É destinado a crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil. Não perca: A seção de Especiais tem conteúdos educativos que abordam diferentes assuntos, como o corpo humano e orientações sobre como ver as horas.

 Só Matemática oferece material de apoio e exercícios para os que querem treinar, se exercitar ou apenas se divertir. Há desafios, dicas, jogos matemáticos, um pouco de história e até auxílio para os vestibulandos. Para quem: Pode ser usado por crianças a partir dos 6 anos e até por quem já está no ensino superior. Não perca: Os ambientes interativos, como fóruns de discussão e comunidades.

 SuperMundo reúne o conteúdo das revistas SUPERINTERESSANTE, MUNDO ESTRANHO e AVENTURAS NA HISTÓRIA. Para quem: É voltado para o público em geral, mas é mais interessante para estudantes das séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Não perca: A seção de infográficos do site. Há desde um infográfico sobre o tráfico de drogas até um que ensina os golpes do tae kwon do , passando por um sobre as células do corpo humano. Palavra da especialista: "O site permite, sem sombra de dúvidas, bons momentos de navegação: combina informações sérias e divertidas sobre quase tudo o que possa interessar ao usuário", avalia Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

 Tainá 3 é o site do terceiro filme infanto-juvenil de aventura sobre a personagem Tainá. O lançamento está previsto ainda para 2011. Para quem: Para crianças e pré-adolescentes de 3 a 12 anos. Não perca: Não esqueça de ligar as caixas de som. O site tem os sons da floresta! 


 Terra Crianças, além de atividades divertidas, há curiosidades, receitas e livros sendo disponibilizados, o que estimula a leitura e a curiosidade e faz com que as crianças aprendam a respeito de assuntos diversos, como ciência, matemática ou história ao mesmo tempo em que se divertem. Para quem: O site tem uma variedade de opções bastante ampla, portanto pode agradar tanto a crianças menores quanto pré-adolescentes. Ou seja, é interessante para um público que vai de 4 a 14 anos. Não perca: As receitas podem ser feitas em casa com apoio dos pais, tornando-se uma boa diversão ao mesmo tempo em que integra a família, ensina medidas e um pouco de química. Ao final, vocês ainda poderão se deliciar juntos com os quitutes. 

 The Table Trees é ideal para as crianças que estão aprendendo tabuada, pois faz os internautas exercitarem seus conhecimentos preenchendo lacunas ou no resultado ou em um dos fatores da conta. Estimula a lógica e o raciocínio de forma divertida. Para quem: Indicado para crianças a partir dos 8 anos. Não perca: A oportunidade de treinar o inglês e a tabuada ao mesmo tempo. Palavra da especialista: "O site tem uma proposta muito simples para se trabalhar a tabuada. Pode ser uma estratégia de apoio para pais e educadores", avalia Melina Veiga, do Centro Universitário UniÍtalo e do Colégio Santa Marcelina.

 Tribo do Guarná é um bom site para falar da cultura indígena e da Amazônia, pois traz desde ditados populares até receitas de pratos da região. Ideal para mostrar à criança perto do Dia do Índio, pois agrega informações sobre uma determinada região à cultura das crianças de maneira lúdica. Para quem: Pode ser acessado a partir da Educação Infantil. No entanto, alguns links exigem a orientação de adultos. 

 TV Rá Tim Bum, da TV Cultura tem jogos, imagens, programas de rádio, vídeos e atividades interativas com os temas dos programas infantis da emissora. Além disso, há uma agenda com diversos eventos educativos e uma área exclusiva para pais. Para quem: Mais indicado para crianças em fase pré-escolar e pré-alfabetização. Não perca: A seção de Vídeos tem filmes muito educativos e é constantemente atualizada. Entre os mais recentes, destaca-se um sobre a gripe suína. 

 Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) propõe-se a divulgar e defender os direitos da criança e do adolescente, trazendo jogos e informações sobre temas como a prevenção da AIDS, o combate à violência contra a criança, a defesa da educação escolar e da proteção da saúde. Para quem: É indicado para crianças a partir dos 7 anos e pré-adolescentes. Não perca: No teste, o seu filho pode descobrir se está bem informado sobre os direitos da criança e do adolescente.



 UOL Crianças é a página de conteúdo infantil do portal UOL. Reúne brincadeiras, curiosidades, blogs, atividades de apoio ao trabalho escolar, games, piadas e até sugestões de passeios. Para quem: Ideal para a faixa que vai dos 7 aos 14 anos. Não perca: O Blog do Lelê, o sobrinho fictício do escritor José Roberto Torero. O blog é tão divertido que já ficou famoso na internet, até mesmo entre os adultos. Palavra da especialista: "O site combina adequadamente diversão e conhecimento", afirma Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.



Muito mais informações sobre cada um destes sites e a análise dos especialistas vejam no site 
Referência
Recomento este site
 Educar para Crescer
http://educarparacrescer.abril.com.br/